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quinta-feira, 28 de agosto de 2008

The subjective research in the nursing

Objectivamos desenvolver uma reflexão sobre a pesquisa subjectiva na enfermagem, nesse momento de crise da modernidade. Entende-se subjectividade como produção de sentido, que tem os seus efeitos no campo social, psicológico e no meio ambiente. Buscamos nos deslocar de uma abordagem metodológica convencional para uma perspectiva que trata de sensibilidade, da intuição e da estética no cuidado.
Teixeira, E.; Figueiredo, N.

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Critical reflective inquiry for knowledge developement in nursing practice

This paper presents a method of inquiry which uses nurses situated, individual instances of nursing practice as the basis for developing knowledge for nursing and improving practice. This method of inquiry is founded upon of ideas in action science and reflective practice, and critical philosophy. Nursing practice is viewed as a rich source of new knowledge as practitioners are engaged in creating as well as modifying knowledge to respond to specific clinical situations. At the same time, practitioners may be in practice without recognizing deficiencies or ineffectiveness. As a method to tap these two aspects of practice, the inquiry is designed to encompass three phases, i.e. descriptive, reflective and critical/emancipatory, and is oriented to provide understanding to practitioners of the nature and meaning of their own practice, to correct and to improve practice through self-refletion and critique, and to generate models of "good" practice and theories of application as well as to discover processes of practice as played out in clinical situations. This method of inquiry can be used by nurses and nursing students on collaboration with researchers or mentors to develop nursing knowledge about practice, improve individual practice, and engage in shared learning.
Hesook Suzie

sábado, 23 de agosto de 2008

Imagination in practice

Current focus in the health care ethics literature on the character of the practitioner has a reputable pedigree. Rather than offer a staple diet of Aristotelian ethics in the undergraduate curricula, perhaps instead one should follow Murdoch's suggestion and help the practiotioner to develop vision and moral imagination, because this has a practical rather than a theoretical aim. The imaginative capacity of the practitioner plays an important part in both the quality of the nurse's role enactment and the moral strategies which the nurses uses. It also plays a central part in the practitioner's ability to communicate with a patient and in the type of person which the practitioner becomes. Can the moral imagination be stimulated and nurtured? Some philosophers and literature critics argue that not only is possible, but that literature is the means of doing so. If this is the case then a place should be made for literature in already crowded health care curricula.
Scott PA.

domingo, 17 de agosto de 2008

Aspects of "Reality" and Ways of Knowing in Nursing: In Search of an Integrating Paradigm

Types of knowledge, theory and research needed in a practice-oriented discipline are considered in relation to a different "aspects of reality". Major changes in nursing epistemology are reviewed to show an expanding model of inquiry. It is argued that a paradigme which recognizes a spectrum of reality from "body" through "mind" to "spirit" provides a philosophical bases for understanding the necessity of multiples modes of inquiry and multiple types of knowledge and theory. From this perspective, fundamentally different modes of inquiry are seen as complementary rather than competitive or inherently superior or inferior.
Wolfer, John

Perspectivas

A Nossa Arte

"A arte de desenvolver os pequenos motivos para nos decidirmos a realizar as grandes acções que nos são necessárias. A arte de nunca nos deixarmos desencorajar pelas reacções dos outros, recordando que o valor de um sentimento é juízo nosso, pois seremos nós a senti-lo e não os que assistem. A arte de mentir a nós próprios, sabendo que estamos a mentir. A arte de encarar as pessoas de frente, incluindo nós próprios, como se fossem personagens de uma novela nossa. A arte de recordar sempre que, não tendo nós qualquer importância e não tendo também os outros qualquer espécie de importância, nós temos mais importância que qualquer outro, simplesmente porque somos nós. A arte de considerar a mulher como um pedaço de pão: problema de astúcia. A arte de mergulhar fulminante e profundamente na dor, para vir novamente à tona graças a um golpe de rins. A arte de nos substituirmos a qualquer um, e de saber, portanto, que cada pessoa se interessa apenas por si própria. A arte de atribuir qualquer dos nossos gestos a outrem, para verificarmos imediatamente se é sensato. A arte de viver sem a arte. A arte de estar só.

Cesare Pavese, in "O Ofício de Viver"

Perspectivas

Moralidade e Felicidade

"A felicidade é o estado em que se encontra no mundo um ser racional para quem, em toda a sua existência, tudo decorre conforme o seu desejo e a sua vontade; pressupõe, por consequência, o acordo da natureza com todo o conjunto dos fins deste ser, e simultaneamente com o fundamento essencial de determinação da sua vontade. Ora a lei moral, como lei da liberdade, obriga por meio de fundamentos de determinação, que devem ser inteiramente independentes da natureza e do acordo dela com a nossa faculdade de desejar (como motor). Porém, o ser agente racional que actua no mundo não é simultaneamente causa do mundo e da própria natureza. Assim, pois, na lei moral não há o menor fundamento para uma conexão necessária entre a moralidade e a felicidade, com ela proporcionada, num ser que, fazendo parte do mundo, dele depende; este ser, precisamente por isso, não pode ser voluntariamente a causa desta natureza nem, no que à felicidade respeita, fazer com que, pelas suas próprias forças, coincida perfeitamente com os seus próprios princípios práticos.
E, todavia, no problema prático que a razão pura nos prescreve, isto é, na prossecução do soberano bem, tal acordo é postulado como necessário: devemos procurar realizar o soberano bem, que, por consequência, tem de ser possível. Por conseguinte, postular também a existência de uma causa de toda a natureza, distinta da própria natureza que encerra o fundamento de tal conexão, isto é, a exacta harmonia da felicidade e da moralidade. Mas esta causa suprema deve conter o fundamento do acordo da natureza, não só com uma lei da vontade dos seres racionais, mas com a representação dessa lei, na medida em que eles fazem dela o motivo supremo da sua vontade, e, por consequência, não só apenas com a forma dos costumes, mas com a própria moralidade como fundamento determinante, isto é, com a intenção moral. O soberano bem não é, portanto, possível no mundo, a não ser que se admita uma natureza suprema dotada de causalidade conforme a intenção moral. Ora um ser capaz de agir segundo a representação de certas leis é uma inteligência (ser racional) e a causalidade de tal ser, segundo essa representação das leis, é uma vontade. Portanto, a causa suprema da natureza, como condição do soberano bem, é um ser que, por razão e vontade, é a causa, por conseguinte, o autor da natureza, isto é, Deus. "

Emmanuel Kant, in "Crítica da Razão Prática"

sábado, 16 de agosto de 2008

Perspectivas

O Campo da Experiência Nunca nos Satisfaz

"Sendo todos os princípios do nosso entendimento apenas aplicáveis a objectos da experiência possível, toma-se evidente que todo raciocínio racional, que se aplica às coisas situadas fora das condições da experiência, ao invés de alcançar a verdade, apenas deve necessariamente chegar a uma aparência e a uma ilusão. Mas o que caracteriza tal ilusão é que ela é inevitável (…) a tal ponto que, mesmo quando já nos apercebemos da sua falsidade, nos não podemos libertar dela. (...) De facto, o campo da experiência nunca nos satisfaz. (...) A nossa razão, para se satisfazer, deve, pois, necessariamente, tentar ultrapassar os limites da experiência e, por consequência, persuadir-se infalivelmente de que por esse caminho alcançará a extensão e a integralidade dos seus conhecimentos, coisa que ela não pode encontrar no campo dos fenómenos. Mas esta persuasão é uma ilusão completa: estando totalmente para além dos limites da nossa experiência sensível todos os conceitos e princípios do entendimento, e não podendo então ser aplicados a qualquer objecto, a razão ilude-se a si mesma quando atribui um valor objectivo a máximas completamente subjectivas, que, na realidade, apenas admite para sua própria satisfação.
(...) Todos os nossos raciocínios que pretendem sair do campo da experiência são ilusórios e infundamentados. (...) Não só a ideia de um ser supremo, mas até os conceitos de realidade, de substância, de causalidade, os de necessidade na existência, perdem toda significação e não são mais do que vãos nomes de conceitos, sem qualquer conteúdo, quando ousamos sair com eles do domínio das coisas sensíveis. (...) Quando nos não limitamos já a aplicar a nossa razão a objectos da experiência e tentamos alargá-la para além dos limites dessa experiência, resultam daí proposições dialécticas que a experiência não pode nem contraditar nem confirmar e cada uma das quais não só é isenta por si mesma de contradição, mas também encontra na natureza da razão condições que a tornam necessária; infelizmente, a asserção contrária não assenta em razões menos boas e menos necessárias. (...) Tais asserções capciosas dão origem a uma arena dialéctica onde a vitória será do partido que mantenha a ofensiva e onde aquele que for levado à defensiva terá de sucumbir. "
Emmanuel Kant, in "Crítica da Razão Pura"

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Perspectivas

"A filosofia é (...) a actividade mais natural do homem e o inquérito filosófico o mais caracteristicamente humano."

Rafael Gambra

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Perspectivas

Prazer com Virtude

"Que dizer do facto de tanto os homens bons como os maus terem prazer, e de os homens infames terem tanto gosto em cometer actos vergonhosos como os homens honestos têm nas suas acções excelentes? É por isso que os antigos prescreveram que se procurasse a vida melhor, não a mais agradável, de forma a que o prazer fosse, não o guia, mas um companheiro da vontade recta e boa. Na verdade, a natureza deve ser o nosso guia: a razão observa-a e consulta-a. Por isso, viver feliz é o mesmo que viver de acordo com a natureza. Passo a explicar o que quer isto dizer: se conservarmos os nossos dons corporais e as nossas aptidões naturais com diligência, mas também com impavidez, tomando-os como bens efémeros e fugazes; se não nos tornarmos servos deles, nem nos submetermos a coisas exteriores; se as coisas que são circunstanciais e agradáveis ao corpo forem para nós como auxiliares e tropas ligeiras num castro (que obedecem, não comandam); nesta medida, todas estas coisas serão úteis à mente.
Não se deixe o homem corromper pelas coisas externas e inalcançáveis, e admire-se apenas a si próprio, confiando no seu ânimo e mantendo-se preparado para tudo, como um artesão da vida; não exista nela a confiança sem o saber, e o saber não exista sem a constância: sejam as suas decisões peremptórias e os seus decretos sem rasuras. Depreende-se, sem que eu tenha de o referir, que este homem será equilibrado, ordenado e magnífico nas suas acções benevolentes. Procure a razão o motivo das exaltações dos sentidos e, tomando-as como ponto de partida (uma vez que não tem outra base onde possa apoiar o seu esforço ou a partir da qual possa tomar balanço para o verdadeiro), regresse a si mesma. O mundo que tudo abraça, o Deus que governa o universo tende igualmente a exteriorizar-se, regressando, porém, de todo o lado, a ele próprio. Faça o mesmo a nossa mente: se, tendo seguido os seus sentidos, ela se estendeu através deles para as coisas exteriores, seja, ao mesmo tempo, senhora deles e de si. Deste modo, conseguirá harmonizar a sua força e as suas faculdades, daí nascendo uma razão que confia em si mesma, que não permanece na indecisão e que não hesita em relação às suas opiniões, concepções e convicções, a qual, quando tenha conseguido congregar as suas partes e, por assim dizer, pô-las em concórdia, alcançou o sumo bem. De facto, nada de perverso ou de enganoso subsistirá, não haverá nada em que tropece ou que a derrube; tudo o que fará será por sua vontade, sem imprevistos; a sua actividade mostrar-se-á boa e será desempenhada com facilidade, com competência e sem tergiversações, pois a preguiça e a hesitação são sinais de conflito e de inconstância. Deste modo, poderás concluir, de forma audaz, que o sumo bem é a concórdia da alma; de facto, as virtudes deverão estar onde estiver o consenso e a unidade; os vícios, onde estiverem as dissenções."
Séneca, in "Da Vida Feliz"

Perspectivas

A Boa Vontade

"De todas as coisas que podemos conceber neste mundo ou mesmo, de uma maneira geral, fora dele, não há nenhuma que possa ser considerada como boa sem restrição, salvo uma boa vontade. O entendimento, o espírito, o juízo e os outros talentos do espírito, seja qual for o nome que lhes dermos, a coragem, a decisão, a perseverança nos propósitos, como qualidades do temperamento, são, indubitavelmente, sob muitos aspectos, coisas boas e desejáveis; contudo, também podem chegar a ser extrordinariamente más e daninhas se a vontade que há-de usar destes bens naturais, e cuja constituição se chama por isso carácter, não é uma boa vontade. O mesmo se pode dizer dos dons da fortuna. O poder, a riqueza, a consideração, a própria saúde e tudo o que constitui o bem-estar e contentamento com a própria sorte, numa palavra, tudo o que se denomina felicidade, geram uma confiança que muitas vezes se torna arrogância, se não existir uma boa vontade que modere a influência que a felicidade pode exercer sobre a sensibilidade e que corrija o princípio da nossa actividade, tornando-o útil ao bem geral; acrescentemos que num espectador imparcial e dotado de razão, testemunha da felicidade ininterrupta de uma pessoa que não ostente o menor traço de uma vontade pura e boa, nunca encontrará nesse espectáculo uma satisfação verdadeira, de tal modo a boa vontade parece ser a condição indispensável sem a qual não somos dignos de ser felizes. (...) A boa vontade não é boa pelo que produz e realiza, nem por facilitar o alcance de um fim que nos proponhamos, mas apenas pelo querer mesmo; isto quer dizer que ela é boa em si e que, considerada em si mesma, deve ser tida em preço infinitamente mais elevado que tudo quanto possa realizar-se por seu intermédio em proveito de alguma inclinação, ou mesmo, se se quiser, do conjunto de todas as inclinações."
Emmanuel Kant, in "Fundamentação da Metafísica dos Costumes"

domingo, 10 de agosto de 2008

Estética e Enfermagem...o sentido do Belo no Cuidado

"Cette étude s’encadre dans le domaine de l’esthétique philosophique, appliquées aux soins infirmiers, et entend comprendre ce qui est sous-jacent au jugement esthétique dans les soins infirmiers de néonatologie. Avec les objectifs de décrire et d’analyser ce que les infirmières prétendent penser quand elles prêtent des soins auxquels elles attribuent un jugement esthétique, cette étude se penche sur le rapport entre les soins et le sens du Beau. Il s’agit d’une étude à but de niveau I, exploratoire - descriptive, de paradigme qualitatif, transversal phénoménologique quant à l’axe de l’objet.

Dans la première partie, nous encadrerons le sens du Beau et les soins infirmiers, cernant les actes de l’infirmière, le Beau, au jugement du goût et le sens esthétique à partir de Platon, Aristote, Kant, Merleau-Ponty et Lukács en tant qu’auteurs de référence.

La deuxième partie est constituée par l’étude de terrain, avec prélèvement de données sur entretiens non structurés, transcrits en verbatim et ultérieurement validées par les informants. La population visée est constituée par des infirmières compétentes d’une unité de soins intensifs néonatals – le critère d’inclusion dans l’échantillon est la prestation de soins infirmiers en néonatologie depuis plus de cinq ans, et l’échantillon est non probabilistique, par réseaux, connue comme «boule de neige».

Dans la troisième partie, les données sont analysées suivant la technique d’analyse de contenu selon Bardin, dont se dégagent cinq catégories et leurs sous-catégories respectives, à savoir : le jugement du goût (harmonie, équilibre, détail, proportion, symétrie) ; sensitif (regarder et voir, tact et toucher, odorat et sentir, entendre et écouter) ; mesure (satisfaction, motivation, auto-estime, démonstration de l’être et l’apparaître, influence réciproque), sens du Beau (propre, idéal de perfection, étiré, droit) et l’éducation du goût (service, école, famille). Les résultats ont été discutés à partir de cinq auteurs de référence.

Cette étude a permis de comprendre que les soins infirmiers administrés, accompagnés de l’indispensable souci et capacité d’attention au détail, à l’harmonie, à l’équilibre, à la symétrie, à la proportion, à la perfection vêtent et se revêtent de sens esthétique (du sens individuel) de chaque infirmier. Vu que chacune considère ce qui est le plus approprié à faire à chaque situation de soins, agissant ainsi en conformité, c’est-à-dire un acte intentionnel d’administrer des soins avec un souci esthétique impliquant un jugement esthétique, et un plaisir particulier, de l’individualité de chacune d’elles, dans le plaisir d’effectuer une tâche, tout en considérant l’image qui en résulte.

Le sens du Beau se voit analysé de différentes façons. Il est considéré comme le résultat d’un jugement conscient de caractère individuel, aux lignes universellement reconnaissables par la communicabilité, intimement associé aux soins, dans une perspective soignante. Des soins qui supposent la relation, l’ouverture, la médiation par le sentiment de plaisir ; qui mettent en rapport et permettent des échanges, rendant ainsi possibles des transformations de sorte qu’ils peuvent reconfigurer le rapport entre les personnes concernées, en termes d’affects, d’émotions et de sentiments. L’image qui résulte de soins est fondamentale pour tous les intervenants quotidiens dans l’unité de soins intensifs néonatals. Mais plus que l’image, tous les sens interviennent dans le mode de penser et de sentir.

Il nous semble que les résultats pourront soutenir et contribuer à une pratique infirmière basée sur l’évidence ; aider à définir le savoir esthétique des infirmiers et du geste infirmier ; aider à donner un fondement au jugement du goût ; permettre des interventions infirmières efficaces, et engager la recherche permanente de l’excellence dans la prestation de soins infirmiers."
Mª do Rosário Couto

domingo, 3 de agosto de 2008

Teoria - Prática

"teoria já não é um luxo para a enfermagem. Houve um tempo em que o uso da teoria era equiparado ao desenvolvimento de uma estrutura conceptual, para ser usado apenas como guia de desenvolvimento curricular. Actualmente, a teoria é parte essencial do léxico de enfermagem na educação, na administração e na prática."
Meleis

Of aesthetic the private one, for an aesthetic public: implications in the Physical Education of the fetish

"This research had as objective, to present the construction and the theoretical evolution of the aesthetic one, in which she is note inserted in our modern society. From the dialetic; the thesis (aesthetic of the morality/metaphysics) antithesis (aesthetic as merchandise) and synthesis (aesthetic of fetish and the worship), was possible to argue about the academic group of the Physical Education in which contributes for this market of consumption, and to demonstrate to the academics of the course of Physical Education the problematic one of fetish (the search of the body as merchandise in the c. society), as well as the negative implications of this consumption ideology."
Garcia, A.

quinta-feira, 31 de julho de 2008

Examining the potencial of the nurse practitioners from a critical social justice perspective

"Nurse practicioners are increaseingly called on to provide high-quality health-care particularly for people who face significant barriers to accessing services. Although discourses of social justice have come relatively common in nursing and health services literature, critical analyses of how NP roles articulate with social justice issues have received less atention. In this study, we examine the role of NPs from a critical social justice perpective. A critical social justice lens raises morally significant questions, for example, why certain individuals and groups bear a disproportionate burden of illness and suffering; what social conditions contribute to disparities in health and social status; and what social mandate NPs ought to develop in response to these realities. In our analyses, we draw on lessons learned from the inicial Canadian experience with introduction of NPs in the 1970s to consider the reneview and burgeoning interest in NPs Canada, Australia and elsewhere. As we argue, a critical social justice perspective (in adition to the biomedical foci of NP practice) will be essential to sustaining long-term, socially responsive NP roles and achieving greater equity in health and in health-care."
Browne, A.; Tarlier, D.

quinta-feira, 15 de maio de 2008

"Tanto cura, a ciência dos processos psíquicos, como dos físicos, e tanto do Homem como da Natureza; dedica-se a todas as coisas a que os seus métodos podem ser aplicados. O que torna científico um dado assunto não é nunca a natureza da coisa estudada, mas sim o método com que dela se ocupa."
Thomson